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27 de jan. de 2015

HONREM NOSSAS CORES


A CAMISA DO CORITIBA É VERDE E BRANCA ! 

A CAMISA DO CORITIBA - HISTÓRIA 


As cores verde e branca na camisa do CORITIBA, são em homenagem à Bandeira do Paraná, ou seja um clube que valoriza as cores do nosso Estado, sendo um clube tipicamente paranaense e pioneiro, não oriundo de fusão.

A camisa número 1 do Coritiba tem a cor branca e duas listras horizontais na cor verde, no peito, tendo ao centro o emblema do Clube. Mas nem sempre esta camisa, que atualmente é a número 1, foi o principal uniforme.

Na década de 60 o atual modelo número 1 era considerado a terceira camisa do Coritiba. O uniforme principal era uma camisa toda branca, com o emblema na altura do coração.

Na época a camisa número 1 usada hoje, era a terceira camisa, com as duas listras verdes horizontais e era usada apenas nos jogos interestaduais ou internacionais. Com o tempo, os jogos com agremiações de outros estados começaram a ficar mais freqüentes então, a tradicional camisa do Coritiba(Nº1) começou a ser usada constantemente e virou marca do Clube por todo o país, tornando-se definitivamente a camisa número 1 do Coritiba.



A JOGADEIRA

Como é chamada carinhosamente, a camisa número 2 do CORITIBA, tem listras  verticais verdes e com o escudo na parte superior esquerda do peito.

A camisa número 2 do CORITIBA, já foi a número 1, mas desde que o clube adotou a camisa toda branca com listras horizontais verdes, como sendo a principal, a tradicional camisa listrada(a jogadeira), passou a ser o uniforme número 2.


Apesar de com o tempo a jogadeira ter ficado com o posto de uniforme número 2 no clube,  nem por isso ela deixou de estar presente em momentos decisivos na história. O título do Brasileiro de 1985 foi conquistado com a camisa modelo 2, e  que por causa deste título ficou conhecida entre os jogadores como a camisa “Jogadeira”.



Em 1985, foram oito partidas em que ela foi usada, que resultaram em cinco vitórias, dois empates e apenas uma derrota. Foi com a camisa número 2 que o Coritiba venceu o Santos no último minuto, com gol de Lela e garantiu vaga na segunda fase; venceu o Atlético-MG nas semi-finais e conquistou o campeonato diante do Bangu, no Maracanã.



E se a camisa modelo 1 é responsável por ser uma MARCA ÚNICA do Coritiba, a camisa 2 tem todo um carisma que leva além de nossas fronteiras uma marca forte, traduzida em suas listras, nas cores verde e branca. 


Não importa se as listras verdes, são horizontais ou verticais, o que importa é o que diz o hino, “tua camisa alviverde para sempre hei de amar”

O CORITIBA É ALVIVERDE !

RESPEITEM NOSSA HISTÓRIA ! 




NIKE DESONRA A CAMISA DO CORIITBA


INTERESSE MERCADOLÓGICO ENTERRA 
TRADIÇÃO NO CORITIBA



Sabemos que o clube da cidade que NÃO TEM IDENTIDADE é o clube que tem residência nas partes baixas da cidade, agora o CORITIBA jogar no lixo sua HISTÓRIA, TRADIÇÃO e a MÍTICA que envolve a camisa alviverde, é o cúmulo do absurdo, é um desrespeito a mais de 100 anos de história. O time lá de baixo, esse sim é conhecido por não ter identidade desde sua fundação que é oriunda de fusão, depois tentou crescer e mostrar credibilidade criando uma camisa IGUAL ao do Flamengo do Rio, fora as demais cópias escrachadas que o time lá de baixo permeou ao longo de sua vergonhosa história.

Agora o Coritiba parte para o mesmo princípio ? E me apresenta uma camisa baseada na camisa do Grêmio de Porto Alegre ? 

Nada contra o time gaúcho, mas entendo que "inventar" um terceiro uniforme com cores de um outro time também tradicional do cenário nacional, enfraquece a marca e nossa identidade.

Segundo jornal veiculado na cidade, a entidade que patrocina o CORITIBA prepara para fevereiro o lançamento desta camisa.  A referência é às cores, azul e preto, mas a diferença está no desenho. Será o mesmo do uniforme 1, mas azul com as duas listras pretas, em vez da tradicional verde à altura do peito.

Porém, imagens da qual seria a "nova camisa" do Coritiba já circulam pela internet. 









Nota: A camisa foi apresentada pela Nike e aprovada pelo clube ainda em 2014. 

E a pergunta que não quer calar ? Os sócios foram questionados ? Foi pedido a opinião da torcida do Coritiba, verdadeiro patrimônio do clube ?


Infelizmente depois que esta empresa começou a patrocinar o Coritiba, a MARCA CORITIBA enfraqueceu, já no primeiro ano quando as listras verdes na horizontal não atingiam as costas e depois a camisa 3 TODA PRETA. Com intuito apenas mercadológicos a Diretoria do Coritiba desonra assim as tradições da camisa alviverde, lançando uma camisa com as cores AZUL E PRETA.


Entendo que para FORTALECIMENTO de uma MARCA é necessário valorizar suas origens e raízes, por isso e outras questões de relevância é que estamos enfraquecendo e perdendo a identidade.

Lamentável. Ainda bem que o contrato com a NIKE acaba em dezembro de 2015, e quem sabe voltemos para as origens que fizeram desta MARCA CORITIBA um clube forte e conhecido no cenário nacional e internacional.

Tendo dito.


"Tua camisa alviverde para sempre hei de amar"

5 de jan. de 2015

Um clube apadrinhado !

O que esperar "deles" ??? 

O clube imoral lá de baixo sempre teve o apadrinhamento do Poder Público. As imagens históricas não deixam mentir. 

​A primeira doação municipal e a perda da área central

​O clube recebeu inicialmente da Prefeitura Municipal uma área localizada atrás do Passeio Público, hoje pertencente ao Círculo Militar, com o objetivo de construir o seu estádio.  

Por descumprimento de prazos e de cláusulas de aproveitamento estipuladas na doação — e após seguidas prorrogações —, o clube acabou perdendo o direito de posse sobre o terreno.

​O relato destaca que, se não fosse a desatenção de seus mentores, o clube teria evitado perder uma das áreas mais valiosas e centrais da cidade, onde seria vizinho de seu grande rival, o Coritiba.


​A nova doação de 1934 e a permuta pelo Estádio Joaquim Américo

​Em 1934, o clube imoral foi contemplado agora pelo Governo do Estado com uma nova área, situada no bairro Juvevê, próxima ao Country Clube - local onde mais tarde foram instaladas as Faculdades de Agronomia e Química.

Para resolver a questão de sua praça de esportes definitiva, o clube realizou uma permuta: trocou a referida área do Juvevê pelo atual Estádio "Joaquim Américo", que pertencia à família Hauer e até então estava arrendado à instituição.

Ou, seja, desde sempre foi assim, não é de hoje que  "mamam" nas tetas do Governo. Depois dos desmandos que vimos na última Copa aqui no Brasil e o rombo nos COFRES PÚBLICOS para a conclusão de um estádio privado, não é de estranhar que tenham a vida toda sido favorecidos com uma "ajudinha". Ou seja nunca fizeram nada sozinhos.



Mas isto não é novidade, já que sempre viveram as custas dos outros. IMORAIS. 








Bom, para um clube que nasceu de fusão (sem raízes sólidas), cresceu a base de cópias (sem identidade) e que se estrutura com a AJUDA DO PODER PÚBLICO (Padrinhos), não fazer nada sozinho, se tornou apenas mera rotina. 

Ao serem confrontados com a HISTÓRIA, (isto é, documentado, portanto não trata de mera especulação de torcedor coxa-branca) que norteia sua medíocre existência, inutilmente tentarão bater as "patinhas", porém CONTRA FATOS NÃO HÁ ARGUMENTOS ! 



Ainda bem que não faço parte desta história ! A HISTÓRIA DO TIME DO ALTO DA GLÓRIA é bem diferente ! É honrada !  Construído com recursos próprios. 

Fonte:  "História do Futebol Paranaense", por Francisco Genaro Cardoso.