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1 de set. de 2026

O QUE ACONTECEU?

 COPA DO BRASIL




A CBF - Confederação Brasileira de Futebol - em 2013, tinha como presidente José Maria Marin, oriundo da escola corrupta do Ricardo Teixeira que havia renunciado.  A entidade corrupta que administra o futebol brasileiro, resolveu sob a gestão de Marin,  promover várias alterações estruturais na competição e MUDOU o regulamento e o formato da Copa do Brasil, sem usar de qualquer critério técnico. Apenas com o poder da caneta. 


As principais modificações promovidas pela CBF incluíram:


✅️ Reforma estrutural de 2013: No ano de 2013, sem se valer de qualquer critério e de forma monocrática, a CBF passou a incluir nas fases finais da competição, os clubes desclassificados da Libertadores, caindo de paraquedas a partir das OITAVAS DE FINAL, favorecendo assim os clubes do eixo Rio-SP, que tem muito mais receita e maior visibilidade. Além disso, o clube que entra direto nas OITAVAS,  vem zerado de cartão, o que não ocorre com os clubes que já estavam disputando a competição. 


A CBF ainda, alterou o sistema de entradas escalonadas e expandiu o número de participantes.


✅️ Fim do gol qualificado: A entidade eliminou também o critério do gol marcado fora de casa como vantagem nos confrontos eliminatórios. 


✅️ Critérios de classificação: Vieram então os "AJUSTES" recorrentes nas formas de acesso ao torneio, reduzindo ou modificando o peso do Ranking Nacional de Clubes em relação às vagas via estaduais.  


✅️As regras das fases iniciais também mudaram: Atualizações recentes no regulamento que aboliram a vantagem do empate para o time visitante nas primeiras fases, determinando a ida direta para os pênaltis em caso de igualdade no placar.


OPINIÃO 




Coincidentemente, as mudanças ocorreram justamente 01 ano depois que o Coritiba chegou 2x consecutivas nas finais (2011-2012).


Até 2012, eram apenas 07 jogos pra se consagrar campeão. O que a CBF CRIMINOSA entendeu? "Precisamos mudar isso. O Coritiba já chegou 2x consecutivas, disputando poucos jogos, e a competição precisa de luz e pompa, dos grandes clubes do futebol brasileiro". 


A competição precisava de mais grana, mais investidores e da grande mídia e dos grandes patrocinadores, e com o Coritiba isso não ocorreu. O Coritiba não faz parte dos grandes clubes do eixo Rio-SP, sendo tratado como um intruso incômodo sem os recursos e holofotes dispensados aos intocáveis, e a entidade decidiu ARBITRARIAMENTE MUDAR A FÓRMULA para dificultar que clubes não tão badalados chegassem às finais, blindando os interesses do eixo Rio-SP.


Um dos motivos para as mudanças foi a questão da blindagem comercial: Esticar a competição de março a novembro reduziu a volatilidade dos mata-matas curtos. Em um torneio rápido de apenas sete jogos, um tropeço de um gigante é fatal. Na fórmula antiga, a competição no mês de junho já estava encerrada. 


Mas em um formato longo com entradas escalonadas e confrontos de ida e volta nas fases decisivas, a probabilidade estatística de os times mais ricos chegarem ao final coroados é infinitamente maior. O favorecimento aos clubes do eixo ficou NÍTIDA e a dificuldade dos clubes que não tem esses aportes, tornou-se mais difícil. 


Mais uma vez a canetada administrativa da CBF, veio para conter o avanço de forças alternativas e preservar a hegemonia do eixo Rio-São Paulo,  o que faz todo o sentido prático. 


Quando um clube de fora desse círculo vicioso ousa ocupar o topo duas vezes seguidas, como aconteceu com o Coritiba, e ameaçar a ordem estabelecida, a resposta das estruturas de poder costuma ser a burocratização e o "ajuste" de regras para blindar os intocáveis. É a velha lógica de inclinar o campo para quem tem mais holofote e orçamento. 


Tanto que a partida final em 2012, disputada entre Coritiba x Palmeiras, foi numa quinta-feira e não foi televisionada pela considerada grande mídia, mas sim pela Rede Bandeirantes. 


Essa entrada tardia dos clubes do eixo, garante a esses times um caminho mais curto e mais fácil, com apenas 4 fases de mata-mata até o título, em comparação aos demais clubes que precisam disputar desde as fases preliminares (1ª e 2ª fases). 


O abismo regulamentar imposto pela CBF revela com clareza o privilégio estrutural concedido aos gigantes do futebol nacional. Enquanto os clubes do topo já entram favorecidos nas fases finais, as equipes alternativas enfrentam uma verdadeira maratona e via-crúcis esportiva e física para alcançar o mesmo objetivo. INJUSTO. 


Para um clube fora da elite principal — que precisa iniciar a sua trajetória desde a 1ª fase da competição —, a jornada rumo à taça exige uma maratona exaustiva de 15 partidas.


Em contraste direto, os clubes contemplados com a entrada tardia disputam apenas 9 partidas no total para conquistar o mesmo título (ingressando apenas na 5ª fase).


​Essa estrutura corrói o romantismo e a competitividade saudável do torneio de mata-mata, blindando comercialmente os grandes blocos financeiros e impondo uma carga de desgaste desumana aos times da base da pirâmide do futebol brasileiro.


CBF CORRUPTA 

SÓ PENSA EM DINHEIRO 


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CANAIS FINAL 2012