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17 de abr de 2017

MEMÓRIAS DE INFÂNCIA

Memórias de um torcedor coxa-branca


O fiel torcedor coxa-branca, Aldo Roberto Mattar, que era mascote do Coritiba na década de 70 sempre entrava com os jogadores em campo e registrou esse momento histórico com Pelé, antes da partida contra o Santos. Aldo Roberto Mattar à esquerda e seu amigo "Japa" Mitsuo à direita


O jogo que ocorreu na data de 18 de novembro de 1973 terminou 2x1 para o Santos e teve um golaço do Pelé e outro de Edú para a equipe santista. Para o Coxa marcou Zé Roberto que entrou no lugar do Dreyer.


O REENCONTRO


Depois de exatos 43 anos, o reencontro aconteceu em 17 de novembro de 2016. Nesta data, Pelé veio a Curitiba e Aldo foi ao seu encontro e mostrou-lhe a foto. 
Pelé emocionado, o cumprimentou e autografou a foto (na mão).

"Memória que ficará registrada para sempre, que guardarei com muito carinho e mostrarei para minha posteridade",
conta ele.



Memórias de um torcedor coxa-branca !

11 de abr de 2017

COUTO PEREIRA CONSTRUÍDO COM RECURSOS PRÓPRIOS

Uma história bela e limpa !

Atualidade

Se existe algo que a Nação Coxa-Branca pode se orgulhar é que nossa casa - o Couto Pereira - não tem um centavo de dinheiro público. 

Diferentemente da Arena Condor, sabemos que a engenharia na construção do Couto foi bem diferente e não teve emprego de Dinheiro Público.

Foi um financiamento na primeira fase. Quando Arion Cornelsen, reformou o COUTO PEREIRA, o dispositivo legal usado foi o BOLO ESPORTIVO, não como a loteria esportiva, um evento que o CLUBE por lei, podia promover.
E não também, com o GOVERNO e a PREFEITURA bancando dois terços da obra como no caso da Arena Gov. Além do mais o terreno do Couto foi comprado, não é fruto de doação, como é o caso da baixada.
São coisas bem diferentes.



Você torcedor coxa-branca que acompanha, O Blog Tua Camisa Alviverde, já faz alguns anos, você e toda a Nação Coxa-Branca tem o meu respeito e você atleticano que por curiosidade entrou aqui para bisbilhotar, precisam entender uma coisa bem simples.

Se algum dia vocês tiverem que financiar um imóvel pela CEF, terão que pagar o VALOR TOTAL, corrigido, mês a mês, ano a ano e não apenas 1/3, como aconteceu com a Arena, onde restante a Prefeitura e o Governo do Estado assumiram o compromisso e por mais que vocês queiram, os órgãos públicos não irão pagar o restante.


Ahhh, e se não conseguirem pagar o banco "tomará" o imóvel para ele mesmo, e não importa se tenham trocado o telhado com recursos próprios.

Ou seja, a torcida coxa-branca é a única que pode bater no peito e se orgulhar da história do seu estádio, pois o Couto Pereira foi construído com o suor da sua gente, coisa que os torcedores ruborizados não podem dizer.


AS VÁRIAS FACETAS DO COUTO








Antiga divisão das torcidas


Placar eletrônico instalado na década de 90














Colaborou: A Gazeta do Povo

Tua Camisa Alviverde para sempre hei de amar

Por Fernando Maio da Silva


3 de abr de 2017

CLÁSSICO ATLE-TIBA

O MAIOR CLÁSSICO DO ESTADO


Mais um clássico ATLE-TIBA retratado pelo Jornal "Diário Popular" de 1979.

Foram 6 partidas em 79 e o Coritiba não perdeu nenhuma partida naquele ano.


Retrospecto 1979


Vitórias: 3
Derrotas: 0
Empates: 3
Gols pró: 9
Gols contra: 3
Saldo: 6



Partidas


Das 6 partidas naquele ano, cinco foram pelo Campeonato Paranaense e a última pelo Brasileirão, todas realizadas no Estádio Couto Pereira.

Placares 

Coritiba 2 x 0 CAP  
 08/04

Coritiba 3 x 0 CAP 
10/06

Coritiba 1 x 1 CAP 
05/08

Coritiba 1 x 1 CAP
03/09



Coritiba 1 x 0 CAP

12/09

Coritiba 1 x 1 CAP
07/10


Colaborou: Arquivos do Futebol Paranaense e Helênicos do Coritiba.




"Tua Camisa Alviverde para sempre hei de amar"





Por Fernando Maio da Silva

Relembrando: CORITIBA 1972

A DÉCADA DE OURO

Recorte do Jornal "Diário do Paraná
em 1972 


Colaborou: Arquivos do Futebol Paranaense


"Tua Camisa Alviverde para sempre hei de amar"


Por Fernando Maio da Silva

COLORADO 3 X 3 CORITIBA

COLORADO & CORITIBA JÁ FOI 
CLÁSSICO TAMBÉM


Último clássico Colorado x Coritiba 

da história em 1989.

O jogo válido pelo 
3° Turno da 8ª Rodada do Campeonato Paranaense daquele ano, ocorreu na d
ata de 08 de julho de 1989, numa saudosa tarde de Sábado.
O PLACAR terminou empatado com 3 tentos para cada lado e marcou o último clássico do extinto time do Colorado.


Local: Estádio Durival Britto e Silva


Juiz: Julião Queirolo.

Renda: NCr $ 8.090 ,00

Público: 2 .184 pagantes

Gols: Nílton aos 14 minutos do 1° tempo; João Pedro aos 11 minutos, Nelsinho aos 13 minutos, Luisinho aos 17 minutos , Chicão aos 21minutos e Roberto Gaúcho aos 28 minutos do 2° tempo 

Cartão vermelho: Ednélson aos 40 minutos do 1º tempo.

ESCALAÇÃO
Colorado: Jocelí; Luisinho, Ariomar, Roger (Aílton) e Ednélson; Ney Santos, Nílton e Marcão; Nelsinho (Castor), Luiz Américo e Zé Maria. Técnico: Ary Marques. 

Coritiba: Gérson; Polaco, Vica, João Pedro e Mário Sérgio (Pecos); Marildo, Serginho e Tostão; Carlos Alberto Dias, Chicão e Kazu (Roberto Gaúcho). Técnico: Edu Antunes.

Colaborou: Arquivos do Futebol Paranaense

"Tua Camisa Alviverde para sempre hei de amar"

Por Fernando Maio da Silva

24 de nov de 2016

A CAMISA MAIS BONITA DO BRASIL

Ahhhhh a camisa alviverde...


Camisa do Coritiba anos 40....com o uso de gorros...

CRISE AFETA CLUBE DA BAIXADA

CLUBE CALOTEIRO


Um clube imoral que não honra seus compromissos em dia.

**************** NORMAL***************





Colaborou: O Jornal Gazeta do Povo

GIGOLÔS DO PODER PÚBLICO

Melhor definição para o 
time da Baixada


Se existe um adjetivo que melhor defina esse clube imoral, é o de GIGOLÔS DO PODER PÚBLICO, já que essa sempre foi a tônica desse clubeco. A mendicância dos poderes constituídos, ora da prefeitura, ora do governo do estado, ora da Federação, é uma marca na trajetória vergonhosa desse arremedo de clube.
E assim o CLUBE IMORAL escreveu sua história.




Um clube sem raízes sólidas, sem uma história autêntica, que cresceu a base de cópias e que se estruturou com a AJUDA DO PODER PÚBLICO.

Um clube que nunca fez nada sozinho em sua VERGONHOSA HISTÓRIA.



Colaborou:  "História do Futebol Paranaense", por Francisco Genaro Cardoso e O Jornal "Tribuna do Paraná"

http://www.tribunapr.com.br/esportes/furacao-tem-historico-de-doacoes-de-imoveis/




UM CLUBE HIPÓCRITA

SEM VERGONHA NA CARA


Antes do ocorrido em 2009, no Couto Pereira, os torcedores lá de baixo, em 2004, por haver perdido o título para o maior rival em plena Arena, já haviam quebrado e depredado o próprio patrimônio.

Os torcedores do "Flamenguinho das Araucárias" não tem vergonha na cara mesmo.

Colaborou: O Jornal "Tribuna do Paraná"

26 de jul de 2016

VERGONHA ATLETICANA

O REBAIXAMENTO DO 
CLUBE DA BAIXADA


Conforme já retratado neste BLOG, em outra oportunidade, conforme segue link: 


o rebaixamento do clube da baixada no ruralzão como eles gostam de falar, é um tema pitoresco e que só vem lançar mais luz sobre a história vexatória do clube ruborizado, assim como apimentar ainda mais essa rivalidade que já dura a décadas.


A coluna sobre o rebaixamento do clube atleticano, foi ao ar no dia 13 de Março de 2015, no jornal "Gazeta do Povo" e quem assina a matéria, é o colunista, Eduardo Luiz Klisiewicz, que retrata mais um capítulo da história de um clube que não tem princípios no Estado do Paraná. Segue o link:

http://www.gazetadopovo.com.br/esportes/futebol/campeonato-paranaense/rebaixado-atletico-se-livrou-da-2-divisao-estadual-em-1967-apos-pedido-de-rivais-cfyosdpdi6b5scz9x0x4joehh




Conforme pode se perceber o clube lá de baixo, tem em seu pobre currículo uma "série de ajudas", durante a sua existência, tanto do Poder Público(terrenos, estádio), como também da Federação na arbitragem, especialmente na década de 60, no famoso caso do juiz uruguaio, JÚLIO SALSAMEDI, que dava uma "mãozinha" para o time nas partidas pelo "ruralzão", matéria também retratada por este BLOG, que fora extraída da Revista Placar de 1977.


E por fim, como não poderia deixar de ser, nos bastidores do futebol paranaense, o clube do fim da rua, de igual forma, também recebeu uma "ajudinha extra" dos clubes e dirigentes à época para não disputar a SÉRIE B do ruralzão. 



Ou seja, a história atleticana sempre foi pautada pela mendicância política e futebolística, tendo como marca a sua DEPENDÊNCIA DOS OUTROS para conseguir erigir sua história.


Como já dizia um torcedor apaixonado pelo clube do Alto da Glória: "Nunca caímos para a Série B do Estadual, e caso, tivéssemos caído, voltaríamos no campo e não no "tapetão". "



"tua camisa alviverde para sempre hei de amar"